29 de junho de 2005

tá-se bem!



imaginem... tarde de domingo, entre as nove e as 10 da noite, numa varanda à beira mar, comendo carapaus assados com salada e batata, bebendo uma cervejola e com esta PAISAGEM, hum?

Maldizente

27 de junho de 2005

A equipa fantástica

Já chegou o blog que tanto desejavam... www.kapazul.blogspot.com o blog da Académica. Agora já podem acompanhar a vossa equipa em detalhe. Aqui vai a primeira página do Rekord nº2. Com uma equipa destas, não há jornal que não venda...

Até os comemos!! Académica

Jano

25 de junho de 2005

a minha primeira...



Confesso não é minha. Extraída do www.agrafo.net.

É a minha primeira imagem. Só podia ser Alentejo.

Jano

Extraído de "bichos carpinteiros"

SPRC CONSULTOU EMBAIXADA DA FINLÂNDIA E CONCLUIU QUE O SENHOR PRESIDENTE FOI MAL INFORMADO

O Senhor Presidente da República Portuguesa parece estar a juntar a sua voz às de quantos entenderam pronunciar-se contra os professores portugueses. Assim, depois da ministra da Educação, do senhor Belmiro de Azevedo, do ministro da Saúde ou do comentador Sousa Tavares, veio o Dr. Jorge Sampaio dizer que os professores finlandeses trabalhavam 22 horas lectivas e permaneciam nas escolas cerca de 50 horas por semana.
Seria estranho se assim fosse, pois significaria um trabalho diário de 8horas, incluindo sábado, e mais duas horas ao domingo! Daí que o SPRC tenha contactado a Embaixada da Finlândia tendo sabido que os professores finlandeses trabalham entre 15 e 23 horas lectivas, não ultrapassando as 37horas e 15 minutos no total do seu horário.
Nos períodos de interrupção os professores não têm de permanecer nas escolas, assim como nos dias em que não tiverem serviço distribuído. São, pois, ligeiras as diferenças. Em Portugal os horários lectivos situam-se entre as 12 e as 25 horas lectivas semanais e os professores têm um horário completo de 35 horas.
Muitos, porém, designadamente os que têm cargos ou assumem funções de gestão nas escolas, são obrigados a permanecer um maior número de horas nas escolas. O Senhor Presidente da República deve, pois, corrigir a sua informação e tratar com respeito os professores e educadores portugueses.

(enviado por José Carlos Garrucho)

já gostei mais deste nosso presidente!!!

Maldizente

23 de junho de 2005

"foi bonito o fogo! São mais 5 minis."

No último fim de semana celebrou-se a abertura da época balnear, em Fronteira, com um bonito fogo de artifício. É assim mesmo! Não importa que estejamos com temperaturas altas, com risco de incêndio elevado; não importa também que depois, ninguém mergulhe nas águas da Ribeira Grande, já que duvida da suas qualidade e com razão; não importa, também, quanto aquilo custou. Não condeno que se faça festas. O que me causa “espécie” é na fórmula pouco sustentada como se gere um município. Já alguém, com responsabilidade na matéria, pensou como melhorar as vidas dos seus munícipes, sem ser em projectos isolados e sem articulação entre eles?

“Foi bonito o fogo! Olhe são 5 minis.”

Desculpem estou com pouco tempo, hoje fica só o desabafo. Prometo continuar o assunto.

Jano

22 de junho de 2005

os picos da madeira, com as ilhas desertas ao fundo.

by Maldizente

11 de junho de 2005

retirado do blog "incursões"

Pagar e Pagar!!!!!!!

The executive one…
Consideremos um executivo “rico”, português, que ganhe 4 mil euros mensais. Suponhamos, para facilitar as contas, que é solteiro. Suponhamos ainda que recebe, em ajudas de custo e senhas de refeição 500 euros mensais. Este valor é o seu “seguro de subsistência” como veremos adiante. Vejamos o que o Moloch lhe engole mensalmente:
Em primeiro lugar, o vencimento dele não são 4 mil euros mensais. A empresa lança para as fauces do Moloch 23,75% daquele valor (950 euros mensais). O nosso executivo custa à empresa 5.450 euros mensais. Quanto é que ele leva para casa?
São-lhe retidos 1.060,00 € de IRS (26,5%) e 440 € de Taxa Social Única. Leva apenas 3 mil euros. Da sua remuneração bruta, 45% já foi entregue ao Moloch. Se contarmos apenas com a remuneração oficial, entregou 49,5%.
O nosso executivo comprou uma casa em Lisboa. Como é solteiro, comprou um T1 por 150 mil euros. A amortização do empréstimo custa-lhe 694 €/mês, mas como cerca de 45% dos custos de construção são impostos, o nosso executivo entrega ao Moloch, sem se dar conta, 312,3€/mês. Adicionalmente entrega-lhe o IMI que, em termos mensais, será de 87,5€. O IMT tem pouco peso (considerando que se repercute em 30 anos) e considerei incluído nos impostos sobre a construção.
Nesta altura sobejam-lhe 2.218,50€ e entregou em impostos, directa ou indirectamente, 52,4%. Se contarmos apenas com a remuneração oficial, entregou 57,7%.
Mas o nosso executivo comprou uma viatura por 55 mil euros (que inclui 26 mil euros de impostos diversos). Nada de especial, afinal ele é um executivo “rico” português. Considerando que o carro dura 6 anos (72 meses) e sem entrar em conta com taxas intertemporais de preferência pela liquidez, dividimos simplesmente os valores em causa por 72. Ele pagará 763,89€ por mês, dos quais 361,11€ ao Moloch. Vamos admitir que ele anda 2.500 kms/mês, o que poderá equivaler a 241,5€ de gasolina por mês. Como 68% do preço da gasolina são impostos, o nosso feliz executivo entrega mensalmente mais 136,85€ ao insaciável Moloch.
Nesta altura do mês, o nosso executivo “rico” português tem apenas 1.317,76€, e já lançou 61,6% da sua remuneração bruta para as fauces insaciáveis do Moloch (Se contarmos apenas com a remuneração oficial, entregou 67,8%). Felizmente ele havia recebido 500€ livres de impostos, senão estava feito.
O nosso feliz e “rico” executivo português vai despender aquele valor que lhe sobejou em bens de consumo. Ele não fuma, porque teve que abandonar o vício por falta de liquidez. Suponhamos que o IVA médio, para o seu cabaz de compras é de 17%. Provavelmente será maior, com a taxa máxima a 21%. Se despender aqueles valores em bens de consumo, entregará ao predador Moloch mais 224,02€. Da sua remuneração bruta, incluindo aquela que “passou por baixo da mesa”, o nosso feliz e “rico” executivo português entregou ao Estado 65,7% em impostos. Se contarmos apenas com a remuneração oficial, entregou 72,2%.
A pergunta que se põe é: O que é que o nosso feliz e “rico” executivo português recebe em troca do Estado, por lhe ter entregue cerca de 70% do valor do seu trabalho?
E ele só agora se lembrou que tem que ir comprar rapidamente o Selo para o carro!



E o esforçado sobrevivente…
Consideremos uma empregada numa firma de limpezas que ganhe 400 euros mensais. Suponhamos que é casada com um cantoneiro da Câmara que ganha outros 400. Suponhamos que ela lava umas escadas por fora e que ele faz uns biscates, o que lhes dá no total mais 200 euros livres de impostos. Quanto é que eles levam para casa?
São-lhes retidos 48,00 € de IRS e 88,00 € de descontos. Levam 864,00 €. Do que recebem, 13,6% vai para o Estado.
O nosso casal comprou uma casa na Damaia. Como ainda não têm filhos, compraram um T1 por 60 mil euros. A amortização do empréstimo custa-lhes 278 €/mês, mas como cerca de 45% desta quantia corresponde a impostos, entregam ao Estado, sem se darem conta, 125 €/mês, ao que se acrescentam 25 € de taxa autárquica.
Nesta altura sobram-lhes 714,00 € e entregaram em impostos 28,6% da sua remuneração - ou, contando apenas com a oficial, 35,75%.
Compraram um carro usado com 10 anos, e porque era usado não pagaram IVVA. Não podem dar-se ao luxo de andar 2.500 kms/mês, só andam 750: digamos, considerando que o carro é velho, está mal afinado e gasta mais do que devia, que gastam 72 € de gasolina: são 49€ para o Estado.
Já só têm 665€. Se o despenderem em consumo - e, ao contrário do executivo da Joana, têm mesmo que o fazer, porque o dinheiro não chega para aplicações financeiras a que correspondam benefícios fiscais - e se ao seu consumo, por ter uma grande componente de bens essenciais, corresponder um IVA médio de 14%, entregarão ao Estado 93€.
De tudo o que ganharam entregaram ao Estado 42,8%. Se contarmos apenas com a remuneração oficial, entregaram ao Estado 53,5%. Em termos absolutos, entregaram ao Estado mais do que o Estado paga ao membro masculino do casal: para pagar a este funcionário público não são precisos os impostos do executivo da Joana.
O que é que estes dois recebem do E$stado em troca dos seus impostos? O médico da Centro de Saúde, a protecção da polícia, a pensão de reforma quando forem velhos, o subsídio de desemprego se ficarem desempregados, o ensino mais ou menos gratuito dos filhos se e quando os tiverem.
Quando tiverem filhos vão ter um nível de vida ainda mais baixo, mesmo recebendo o abono de família. Nem pensar em um deles deixar de trabalhar. Vão ter que alimentar, vestir e calçar os filhos enquanto eles andarem na escola - a adquirir as qualificações para um dia trabalharem para um executivo pago a 4 (ou 40) mil euros que todo se revolta porque tem de pagar a escola dos filhos dos outros.


Maldizente

10 de junho de 2005

fogo de artif?cio aqui da RAM. estamos a celebrar o festival do atl?ntico... ele ? ballet gulbenkian, orquestra gulbenkian, artistas cl?ssicos espanh?ies, japoneses e da puta-cus-pariu... Deficit, isso ? coisa dos "bastardos do contenente"

by Maldizente

9 de junho de 2005

Problemas com os acentos. Ora vamos ver: exdrúxula? atenção?

3 de junho de 2005


aqui est� o "jo�o das regras". � a mascote do meu trabalho de Area Projecto deste ano. Fic�mos no lote dos 15 melhores da regi�o... vamos ver se ganhamos alguma coisa!!! Posted by Hello

2 de junho de 2005

actualizações

Saudações os nossos blogueiros alentejanos. Criei uma nova secção: blogs alentejanos. Julgo que começa a existir matéria de qualidade para uma rede blogueira no di­strito. Fiquei muito entusiasmado com a qualidade dos blogs que visitei. Espero que deste modo, a cidadania se apresente cada vez mais interventiva.

Acho que já vem chegada a hora, para que no serviço público de televisão (que está substancialmente melhor) houvesse um programa sobre os artigos da Constituição Europeia. Basta 5 minutos para informar alguns artigos, tal como a TVE fez. Antes de pronunciarmo-nos (isto se o povo português disser alguma coisa), informar!

A Ciência Viva chegou a Estremoz nada mau... Pode ser que daqui a nada, chegue também o Comboio.

Jano