4 de maio de 2006

problemas conjugais, in Souselense

Tem problemas conjugais? Aqui está a solução:

27 Abril 2006

"Contribuição
Esta pequena história foi-nos enviada pela mais recente leitora do nosso Souselense.E reza assim:

Um casal foi entrevistado num programa de televisão, porque estavam casados há 50 anos e nunca tinham discutido. O repórter curioso pergunta à mulher:
- Mas vocês nunca discutiram mesmo?
- Não - responde a mulher.
- Como é possível isso acontecer?
- Bem, quando casámos o meu marido tinha uma égua de estimação. Era a criatura que ele mais amava na vida. No dia do nosso casamento, fomos de lua-de-mel na nossa carroça puxada pela égua. Andámos alguns metros e a égua, coitada, tropeçou. O meu marido olhou bem para a égua e disse:
- Um.
Mais alguns metros e a égua tropeçou novamente. O meu marido olhou para a égua e disse:
- Dois.
Na terceira vez que ela tropeçou, ele sacou da espingarda e deu uns cinco tiros na bichinha. Eu fiquei apavorada e perguntei:
- Seu ignorante desalmado, porque é que tu fizeste uma coisa dessas, homem? O meu marido olhou para mim e disse:
- Um. -
Depois disso nunca mais discutimos."

Fonte: http://osouselense.blogspot.com/

Não tenham medo. Vão visitar este blog, garanto-vos que vai valer a pela.

- Um.

2 de maio de 2006

nº 100

Chegámos ao Post nº 100!!!! Parabéns última!! Assim é que é! Nem que se faça posts que digam apenas que chegámos ao post 100...

Já agora quer dizer que foram outra vez os maricas de peniche que ganharam aquele torneio, outra vez por penaltys...

Parabéns a Fronteira pela organização!

10 de março de 2006

Na altura da despedida, o quadro


Na altura da despedida, o quadro. Aproveito este espaço para homenagear o ex-presidente da República Portuguesa.

O cargo de Presidente da República é talvez o mais filosófico dos cargos políticos. Com menores tarefas executivas, (menos intervenção) tem um papel mais teórico e deontológico, chegando a ser pedagógico. Jorge Sampaio, além de entender as funções que o seu cargo consagra, sempre respeitando o espaço dos partidos, conseguiu traduzir o nosso sistema semi-presidencialista. Ao longo destes 10 anos, o Presidente foi realmente presidente de todos os portugueses (bem, talvez de menos dois...Santana e Portas??).

Além de toda a analise política que pode ser feita, eu gostaria de destacar o seu lado profundamente humanista. Foi um combatente de valores deixando-se emocionar, por vezes, pelo significado dos acontecimentos. Sempre foi uma emoção sincera e profunda e era-nos fácil entender que nesse momento víamos o homem Jorge Sampaio e o significado das coisas. Nunca teve muitos problemas em mostrar as fraquezas e as dúvidas quando a resposta tardava. E não será esse o seu maior legado? E a sua maior demonstração de humanismo?

7 de março de 2006

no CCB (de Fronteira)










10/Março 21h, no CCB (de Fronteira)


Londres, 1660. John Wilmor, Segundo Conde de Rochester, alcoólico e devasso, é famoso pela sua escrita arrojada. Amigo e confidente do Rei Carlos II, Wilmor rege a sua existência pela busca do prazer, enquanto vai divertindo e ultrajando o rei e a corte com as suas sátiras. Quando Wilmor se cruza com Elizabeth Barry, sua protegida, que pretende tornar numa grande estrela, o declínio de Wilmor começa... [ www.7arte.net ]

Realizador: Laurence Dunmore
Actores:» Johnny Depp» Samantha Morton» John Malkovich
Ano: 2004
Idade: M/16
Duração: 114 minutos
Género: Drama
Distribuidora: LNK
País de Origem: Reino Unido
http://www.thelibertine-movie.com/

15 de fevereiro de 2006

Governantes, Governados e Conjuntura

Iniciar a vida profissional não é fácil para a grande maioria dos jovens hoje em dia. Certamente nunca terá sido simples, mas presentemente torna-se especialmente difícil. Não é fácil atribuir culpas, mas certamente elas serão repartidas entre governantes, governados e a conjuntura económica internacional. Foram divulgados ontem dados sobre a taxa de desemprego: a mais elevada dos últimos 20 anos, e tem apenas em conta as pessoas inscritas nos Centros de Emprego, não havendo indicadores relativos ao emprego precário, estágios não remunerados (serão, aliás, os estágios um emprego?!?!), emprego sazonal e simplesmente desempregados não declarados.
Procurei determinar quanto me devia o Estado numa matéria que tem sido objecto de tanta controvérsia: as defesas oficiosas.
Para elucidar o caro leitor que porventura desconheça (e não tem a obrigação de conhecer, aliás) o que é uma defesa oficiosa, ou melhor, uma nomeação oficiosa, direi sinteticamente o seguinte: existem processos para os quais a lei obriga uma parte envolvida a ser representada por advogado em determinado acto, sob pena de o processo não poder prosseguir. O paradigma é a realização da audiência de julgamento nos processos penais, sendo obrigatória a representação do arguido pelo profissional forense. Quando a parte (neste exemplo o arguido, apesar de ele não dever literalmente ser apelidado de parte, mas isso são contas de outro rosário) não constitui o advogado, então o Estado nomeia-lhe um por forma a cumprir-se o desígnio legal. Naturalmente, uma vez realizado o acto, o advogado recebe honorários pelo seu trabalho. Mais, o responsável pelo pagamento desses honorários é o representado, no caso exemplificado, o arguido.
O arguido, por seu turno, paga, em regra, os honorários ao defensor oficioso em sede de custas, na rubrica "Diversos a Outras Entidades". As custas são, como o próprio nome indica, as despesas que a parte suporta pelo simples decurso do processo. Sendo o advogado nomeado pelo Estado para representar a parte, é o próprio Estado que se encarrega da cobrança dos honorários restituindo-os, posteriormente, ao advogado.
Ora é aqui que a coisa se complica.
Sendo em parte compreensível que o Estado, mais concretamente o Instituto de Gestão Financeira e Patrimonial da Justiça, só restitua os honorários aos defensores após boa cobrança sobre os defendidos (e digo em parte porque o defensor está a prestar um serviço público sem o qual muitos actos processuais não seriam realizáveis), o que não se percebe é que os defendidos paguem e o Estado faça a retenção do dinheiro por lapsos de tempo que chegam aos 2 anos!!!
A desculpa mormente utilizada é a conjuntura económica traduzida em cortes orçamentais. Mas já se viu que a justificação não pode ser essa. Ora o defendido não paga a rubrica "Honorários a defensor oficioso"??!! Para onde vai esse dinheiro? Em que é empregue? Perguntas de retórica...
Os honorários são calculados com base em tabelas consoante o acto que está em causa. Pois então, o nosso Ministro da Justiça propôs-se a rever as tabelas por entender que se está a pagar demais por certos actos cujo esforço despendido pelos advogados é, nas suas palavras, mínimo. Ora, o Dr. Alberto Costa é/foi advogado desde 1974 e exerceu cargos na Ordem dos Advogados. Chegou ao cargo de Ministro e revoltou-se com as tabelas de honorários. 30 anos a exercer e só agora se lembrou. No mínimo curioso...
Voltemos então aos montantes devidos/retidos pelo Estado em relação à minha pessoa. E só calculei os que já estão pagos pelos defendidos oficiosamente. Eis que, uma vez feita a relação de defesas oficiosas cheguei ao seguinte número: 3.278,34 euros!!! Perto de 650 contos em moeda antiga. Hehe!! Não sabia se havia de rir ou de chorar.
E não calculei, como disse, os honorários que ainda não foram notificados aos defendidos, os que, tendo sido já notificados, aguardam termo de pagamento em prestações e aqueles que pura e simplesmente aguardam cobrança coerciva (pois, a execução por custas). Assim como não calculei os honorários por prática de acto isolado no processo, que, na sua maioria, dizem respeito a assistência a arguidos em sede de inquérito judicial nos órgãos de polícia criminal e nos serviços do Ministério Público. Para não falar de inquéritos tutelares educativos e pagamentos no âmbito do apoio judiciário (o que sucede quando as pessoas, não possuindo rendimentos para pagar ao defensor, requerem à Segurança Social que o faça e o seu pedido é deferido). Nem quero saber qual o valor potencial destes "trabalhos" que tive que desempenhar. O que é certo é que os desempenhei, mas não são pagos.
Ora, como todos têm noção, é precisamente no início da carreira que as receitas mais falta fazem ao profissional. Despesas com aquisição de local e material de trabalho, empréstimos para compra de habitação ou pagamento de rendas, empréstimo para compra de carro ou pagamento de transportes públicos... enfim tudo com prazos definidos sob pena de se andar com umas penhoras às costas!!!
Mas e quem estipula os prazos de pagamento ao Estado?; Poderei nomear à penhora o veículo em que se faz transportar o Sr. Ministro da Justiça? Ou quiçá a linha do TGV?
Quem tem a culpa? Governantes, governados ou a conjuntura? Todos em simultâneo?
A culpa deve ser minha, dos meus pais, dos meus avós.... por ter nascido num país onde existem pessoas com princípios tão mesquinhos!!!
Fica o desabafo...
Um abraço a todos!!

3 de fevereiro de 2006

Histórias de Fronteira I

Depois de longa ausência, retorno ainda não completamente restabelecido da vitória (sem adjectivos) do Prof. Aníbal. Logo que me seja possível, será colocado neste espaço público os resultados do concelho de Fronteira bem como das suas freguesias. Adianto que pouco há a comentar. Adiante.

A partir de hoje inicia-se uma rubrica intitulada “Histórias da Fronteira”, com o intuito de contar um pouco da História e das estórias de Fronteira e do seu concelho. Desde já lanço o réptil para que esteja interessado em contar a sua história que nos envie por email http://www.ultimafronteira@portugalmail.pt

Inicio com uma das primeiras publicações em Fronteira. Em 1912, primeiro de Setembro saía o nº 1 do jornal “O Melro”, que se manteve até ao nº 20. Seus autores e passo a citar “simples e modestos estudantes sem vastas aspirações, devotos da deusa Alegria no templo da Mocidade” encontravam neste jornal, uma forma de ocuparem o seu tempo, sempre tão vasto nesta zona, dantes como agora. O jornal excedeu largamente as suas espectativas, mantendo-se em actividade para além dos meses de férias.

Embora os autores se propusesssem a não ferir susceptibilidades o que é certo é que logo no inicio a publicação do jornal motivoi várias polémicas entre os vários grupo em Fronteira. Destaca-se um planfleto Os Zoilos com o título “Tiros ao Melro”. (Em momento oportuno espero publicar parte do artigo, já que merece ser lido).

Em anos mais recentes houve a publicação de outros periódicos de âmbito local, mas qualquer um deles não passou dos primeiros números (Notícias de Fronteira).

Fonte: Pina, Fernando Correia - Fronteira Subsídios para uma monografia. Câmara Municipal de Fronteira, 1985.

Bom fim de semana.

25 de janeiro de 2006

Homenagem - Professor Doutor Antunes Varela

Por este meio pretendo prestar homenagem a um dos maiores juristas portugueses de Direito Civil e Processual Civil do século XX. Uma homenagem que, infelizmente, peca por tardia. Decidi fazê-la através do "Última Fronteira" porque a terra natal do Ilustre Professor é Ervedal, localidade que dista cerca de 15 Kms da nossa vila. Uma homenagem merecida não só pelo relevo que o Ilustre Professor teve na ciência do Direito, mas também pela humanidade que sempre orientou a sua conduta pessoal.
O Professor Doutor João de Matos Antunes Varela nasceu em Ervedal, a 15 de Dezembro de 1919. Antigo aluno do Liceu Nacional de Évora, licenciou-se em Direito pela Universidade de Coimbra em 1943, tendo-se doutorado em 1950 e ascendido a professor catedrático em 1955.
Durante treze anos, entre 1954 e 1967, foi Ministro da Justiça, tendo impulsionado profundas reformas legislativas. De todas, a mais significativa foi o Código Civil de 1966, que ainda hoje vigora e que representa o corolário de um profundo trabalho de renovação do Direito Civil Português. O Professor Antunes Varela acompanhou, reuniu e coordenou os vários anteprojectos parcelares do Código Civil, ficando este diploma em grande medida, como a sua herança no direito português. Para além do seu papel na elaboração do Código Civil, o Professor Antunes Varela teve uma obra vasta e marcante através de lições, dissertações e ensaios que publicou sobre Direito das Obrigações, Direito Processual, Direito da Família e Direito das Sucessões.
Afirmando-se como "republicanista", Antunes Varela chegou a ser dado como provável sucessor de Salazar, mas o próprio confessaria anos mais tarde que nunca se terá interessado pelo lugar.
A seguir à revolução do 25 de Abril de 1974, foi afastado do ensino em Portugal, tendo sido professor da Faculdade de Direito da Universidade da Baía, no Brasil. Regressado a Portugal, em 1978, tornou-se professor da Universidade Católica Portuguesa, cuja Faculdade de Ciências Humanas dirigiu, marcando com o seu ensino em Direito da Familia e Direito Processual Civil gerações de juristas que se licenciaram na Universidade Católica. Também voltou à sua cátedra de Coimbra e continuou a sua actividade profissional como jurisconsulto, elaborando pareceres e publicando artigos, nomeadamente na Revista de Legislação e Jurisprudência.
Pessoalmente, nunca renegou as suas origens, visitando com frequência a sua terra natal. No escritório de advogados, segundo rezam as crónicas, tratava todas as colegas e funcionárias como "minha filha", ou "meu amor", nunca demonstrando qualquer superioridade perante todos porque... não se sentia superior ante os demais!!
Tive a honra de conhecê-lo em Lisboa no ano de 2001, por intermédio de um colega que com ele privava. Fiquei estupefacto com a atenção que me dispensou (era eu estudante da Faculdade de Direito de Lisboa no 3º ano, frequentando Direito das Obrigações e Direito Processual Civil cujos manuais fundamentais, autênticos tratados de Direito, eram da sua autoria). O meu espanto foi maior ainda quando, após lhe ter referido que residia em Fronteira, retorquiu que conhecia, entre outros, ... o falecido avô da minha actual esposa. Tantos anos volvidos e recordava-se dele dos tempos de escrivão da secretaria judicial de Fronteira!! Fiquei de voltar a encontrá-lo "um dia destes...", como me disse. Desaproveitei a oportunidade com o meu desleixo habitual neste tipo de situações.
Faleceu no passado dia 27 de Setembro de 2005, em Lisboa, tendo sido sepultado no Ervedal.
Deixo aqui a minha homenagem como pagamento de uma dívida de gratidão, uma obrigação natural a que me decidi sujeitar pelos efémeros 20 minutos que estive com ele e jamais esquecerei!!

18 de janeiro de 2006

Novas Propostas

Um motivo para votar Manuel Alegre: República!

Já agora... novas propostas para os "fora de portas" (outdoors):

"Sei que Portugal o pode vencer"
"Sempre a mesma razão: Poder"

13 de janeiro de 2006

Voto electrónico

Se metade do dinheiro que é dado pelo Estado ás campanhas fosse investido para implementar (mas já) o voto electrónico, isso sim é que me interessava!

27 de dezembro de 2005

Lombas e Piscina

A piscina coberta de Fronteira vai encerrar. A câmara alega falta de verbas para pagar os custos da manutenção. Os fronteirenses ficam assim desprovidos de uma infra estrutura com excelentes condições. Pergunto: se era sabido dos custos da manutenção da piscina coberta, porque foi decidido construir uma outra piscina, longe da vila? Esse dinheiro gasto na nova piscina, poderia ser investido em sistemas mais eficazes permitindo, provavelmente uma diminuição nos custos de manutenção da piscina coberta.

Como não bastasse, alguém iluminado, resolveu oferecer 12 prendas aos munícipes de Fronteira, nesta quadra festiva. Ora, devia ter tido uma profunda reflexão e concluído: “o que é que estes fronteirenses querem pelo Natal? Claro é isso mesmo! Umas belas bandas sonoras, altas, dignas de respeito, feitas de paralelos para dar cabo dos carros…”.

Como não bastasse já a banda da GNR, sempre com o caderno dos apontamentos na algibeira, não tiveram mais nada para se lembrar do que as malditas bandas sonoras. Só me faltava agora é que fossem da mesma altura do que aquela que estava à entrada de Santo Amaro, que graças aos tractores, foi destruída. Até compreendo que a Avenida pudesse constituir perigo, mas o pavimento já está tão mal, que duvido que alguém ultrapassasse os 40 km/h.

Mas até achava estranho que Fronteira não tivesse bandas sonoras, esse sinal de desenvolvimento e prosperidade, até São Bento do Cortiço as tem, (alias a única rua que atravessa São Bento do Cortiço, está dividida 5 em 5 metros por uma digna lomba!). Acho que ficámos todos contentes com o Pai Natal, principalmente os que moram na Avenida.

Escusado será dizer, que quando a obra ficar pronta toda a gente irá passar atrás do ciclo e deixará de passar pela Avenida.

Bom Natal!

“Homens do sexo masculino”

Caros irmãos,

Na última homilia aquando da comemoração da Imaculada o padre da paróquia lamentando-se da pouca assistência masculina, exprimiu uma frase que pela sua riqueza estilística e semântica é indubitavelmente a frase da semana, diria mesmo, a frase para reflexão nesta quadra natalícia, sempre tão solidária e fraterna, “...é preciso que os homens do sexo masculino venham à missa...” (a expressão a negrito foi repetida com insistência). Obviamente que a Última Fronteira não foi à dita missa, nem a essa, nem às outras, mas graças a informadores, infiltrados na sacristia (são os mesmos que estão no gabinete do Souto Moura, fazem por turnos) foi-nos “revelado” esta informação, graças a Deus (e aos informadores), amen!

Mais uma vez George Orwell, tem razão. Para a igreja somos todos iguais, mas uns são mais iguais do que outros. Parece que para o Deus católico, uns são mais importantes do que outros, sendo só possível a salvação eterna, se norteares a tua orientação sexual pelas normativas do Vaticano.

Será que Deus pensa assim? (esta é a minha frase de Natal!)

Boas festas, pessoal! E também para os “homens do sexo masculino”!

17 de dezembro de 2005

Boas festas e bom ano novo!

24 de novembro de 2005

altzeimer

acho que é assim que se escreve, ou não?

estou com sintomas sérios de... esqueci-me da password e username registadas como Maldizente. Ora porra!!!

Quanto ao Rally 24 horas no terródromo de Fronteira... até acho que é uma boa ideia e pode ter algum retorno.

Acho que feitas as contas aos gastos da autarquia e aos impostos advindos da frequência de "espectadores" ao evento a "coisa" até pode dar lucro....

já retorno ao tema...

Maldizente

23 de novembro de 2005

“Tamos” de Raly!!

No próximo fim de semana (26 e 27 de Novembro), irá realizar-se mais um raly, não das tascas, mas também das tascas. É sem dúvida o acontecimento que mais dá visibilidade à vila. Obviamente, não é pelo acontecimento em si, que também contribui para essa visibilidade, mas julgo que será mais pela ausência de outros acontecimentos.

Sendo previsível que os fronteirenses sejam a favor desse evento, eu questiono das vantagens efectivas e duradouras deste acontecimento.

Bem, mas para além de opiniões, vale pena visitar Fronteira neste fim de semana.

17 de novembro de 2005

dá para acreditar?


Uma sugestão: e porque não, por ordem alfabética?

4 de novembro de 2005

Antecipa a tomada de Posse e Antecipas a Reforma, uau..


“MUITOS autarcas eleitos a 9 de Outubro anteciparam a tomada de posse para não perderem privilégios e regalias. O caso é que um diploma que limita as regalias dos titulares de cargos políticos (e que já devia estar em vigor) acabou por se atrasar, permitindo que todos aqueles que conseguiram ser empossados até ao dia 15 beneficiem de um «regime transitório» que lhes dá privilégios na contagem do tempo de serviço para efeitos de reforma. » “ (in expresso 29/Out/2004, http://semanal.expresso.clix.pt/capa/default.asp)

Mais uma vez a classe política em grande classe. Tiveram a oportunidade de tornar a sua imagem menos poluta, mas não conseguiram resistir mais uma vez aos bens terrenos. Já nem sequer vou confrontar com a imagem de sacrifícios que a população portuguesa se enfrenta. Culpados uns por terem deixado o diploma na gaveta, não conseguindo a sua aprovação antes das eleições autárquicas e culpados outros, por terem antecipado a tomada de posse para único aproveitamento próprio de um Diploma que irá ser brevemente substituído por outro que o contradiz. Quem paga? Todos nós, como sempre, aqueles que não têm regalias e privilégios e se falham nas suas responsabilidades vão para a rua. Mas já ninguém tem vergonha?

31 de outubro de 2005

Recomendo:


Este livro... para quem gosta dos romances históricos!
Um misto entre "Nome da Rosa" e "Brumas de Avalon"

20 de outubro de 2005

Confiança

Confiança. Quem merece a nossa confiança? Como certificarmo-nos que podemos confiar? Nos dias que desaguam no absurdo, é cada vez mais perigoso confiar em alguém cegamente. Às vezes até gostaríamos de confiar, mas já não conseguimos e ainda bem, acrescento. Mas só se testa a confiança se alguém arriscar, e esse risco é uma oportunidade para uma amizade. Confiar em alguém é criar um amigo e muitas das vezes não entendo como pessoas podem perder amigos ou ideias, por simples ganância, vaidade ou arrogância.

Não há hérois, mas isso não nos impede de lutar por uma ética de humanidade. A ética é a conduta última dos homens. Mas...é o homem que escolhe a ética ou a ética ao homem. De onde vem o bem? E já agora, o que é o bem? Podíamos seguir até ao absurdo, mas apenas pergunto, como gostariam de serem recordados no futuro?

“Morte. Fim para muitos. Eternidade para mim”
Miguel Angelo

13 de outubro de 2005

números

25 pessoas, em Fronteira, dão 1% dos votos... um jantar de galuchos
250 pessoas são 10%... a assistência aos briosos rapazes do Atlético, num dia de boa casa

deve ser isto a "morte social"... é pena!!!

também é lamentável que seja um panorama geral por todo o Alentejo.

Enfim, parabéns à lista do PSD, nomeadamente aos Srs Vereadores António Gomes e Cláudio Neves.


Maldizente

11 de outubro de 2005

Resultados Eleitorais - Fronteira

Em Fronteira o regresso à normalidade, (frase de duvidosa fonética). A última Fronteira registou os resultados inequívocos:

Inscritos - 3413
Votantes - 2470; 72,37%
Brancos - 56; 2,27%
Nulos - 54; 2,19%
Abstenção - 943; 27,63%

Distribuição de votos e mandatos:

Partido Votos % Mandatos
PPD/PSD 1587 64,25 4
PS 506 20,49 1
PCP-PEV 267 10,81 0
Fonte: Rádio Portalegre

Alguma analise digna de nota? Os resultados são claros. Nem os 30% de abstenção me parecem muito. O que me estranha são os 56 votos brancos que mostram uma significativa insatisfação em relação às candidaturas apresentadas e também os 54 votos nulos, embora aí os velhotes que não conseguem ver os quadrados para colocar a cruz possam ter alguma coisa a dizer...

Bem, agora é só cumprir com o programa eleitoral... Programa? Ah, sim, pois, o programa.