3 de fevereiro de 2006

Histórias de Fronteira I

Depois de longa ausência, retorno ainda não completamente restabelecido da vitória (sem adjectivos) do Prof. Aníbal. Logo que me seja possível, será colocado neste espaço público os resultados do concelho de Fronteira bem como das suas freguesias. Adianto que pouco há a comentar. Adiante.

A partir de hoje inicia-se uma rubrica intitulada “Histórias da Fronteira”, com o intuito de contar um pouco da História e das estórias de Fronteira e do seu concelho. Desde já lanço o réptil para que esteja interessado em contar a sua história que nos envie por email http://www.ultimafronteira@portugalmail.pt

Inicio com uma das primeiras publicações em Fronteira. Em 1912, primeiro de Setembro saía o nº 1 do jornal “O Melro”, que se manteve até ao nº 20. Seus autores e passo a citar “simples e modestos estudantes sem vastas aspirações, devotos da deusa Alegria no templo da Mocidade” encontravam neste jornal, uma forma de ocuparem o seu tempo, sempre tão vasto nesta zona, dantes como agora. O jornal excedeu largamente as suas espectativas, mantendo-se em actividade para além dos meses de férias.

Embora os autores se propusesssem a não ferir susceptibilidades o que é certo é que logo no inicio a publicação do jornal motivoi várias polémicas entre os vários grupo em Fronteira. Destaca-se um planfleto Os Zoilos com o título “Tiros ao Melro”. (Em momento oportuno espero publicar parte do artigo, já que merece ser lido).

Em anos mais recentes houve a publicação de outros periódicos de âmbito local, mas qualquer um deles não passou dos primeiros números (Notícias de Fronteira).

Fonte: Pina, Fernando Correia - Fronteira Subsídios para uma monografia. Câmara Municipal de Fronteira, 1985.

Bom fim de semana.

5 comentários:

O Melga disse...

Deves trabalhar na camara, e andar a mamar a conta da camara, seras mais um do clube do presidente??

Neo disse...

O Jano do clube do presidente... sim, acho que partilham uma certa afeição pelo Atlético C. Fronteirense. Trabalhar e mamar da Câmara... eu não censuro quem mama frutos do trabalho. Censuro antes quem mama frutos do niilismo...

P.S.: Ninguém deste blog trabalha na Câmara(pela minha parte dispenso qualquer tipo de funcionalismo público).

O Melga disse...

wowowoowow sinto-me em casa, assim ja se pode afiar a lingua

Margalho, N. disse...

Aleluia!!! comentários!! Venham eles e elas...e já agora quem não gosta de uma boa mama? se calhar até tu, o melga!?

abraços

O Melga disse...

Yesssssssss, vamos aos comments, estive fora tres dias e nao sei oque se passou ultimamente pels terras do condestavel, sera que ha algo de novo? quanto a mama hummmmmmmmm se forem tenrinhas entao contem comigo eheheh