acho que é assim que se escreve, ou não?
estou com sintomas sérios de... esqueci-me da password e username registadas como Maldizente. Ora porra!!!
Quanto ao Rally 24 horas no terródromo de Fronteira... até acho que é uma boa ideia e pode ter algum retorno.
Acho que feitas as contas aos gastos da autarquia e aos impostos advindos da frequência de "espectadores" ao evento a "coisa" até pode dar lucro....
já retorno ao tema...
Maldizente
24 de novembro de 2005
23 de novembro de 2005
“Tamos” de Raly!!
No próximo fim de semana (26 e 27 de Novembro), irá realizar-se mais um raly, não das tascas, mas também das tascas. É sem dúvida o acontecimento que mais dá visibilidade à vila. Obviamente, não é pelo acontecimento em si, que também contribui para essa visibilidade, mas julgo que será mais pela ausência de outros acontecimentos.
Sendo previsível que os fronteirenses sejam a favor desse evento, eu questiono das vantagens efectivas e duradouras deste acontecimento.
Bem, mas para além de opiniões, vale pena visitar Fronteira neste fim de semana.
Sendo previsível que os fronteirenses sejam a favor desse evento, eu questiono das vantagens efectivas e duradouras deste acontecimento.
Bem, mas para além de opiniões, vale pena visitar Fronteira neste fim de semana.
17 de novembro de 2005
4 de novembro de 2005
Antecipa a tomada de Posse e Antecipas a Reforma, uau..

“MUITOS autarcas eleitos a 9 de Outubro anteciparam a tomada de posse para não perderem privilégios e regalias. O caso é que um diploma que limita as regalias dos titulares de cargos políticos (e que já devia estar em vigor) acabou por se atrasar, permitindo que todos aqueles que conseguiram ser empossados até ao dia 15 beneficiem de um «regime transitório» que lhes dá privilégios na contagem do tempo de serviço para efeitos de reforma. » “ (in expresso 29/Out/2004, http://semanal.expresso.clix.pt/capa/default.asp)
Mais uma vez a classe política em grande classe. Tiveram a oportunidade de tornar a sua imagem menos poluta, mas não conseguiram resistir mais uma vez aos bens terrenos. Já nem sequer vou confrontar com a imagem de sacrifícios que a população portuguesa se enfrenta. Culpados uns por terem deixado o diploma na gaveta, não conseguindo a sua aprovação antes das eleições autárquicas e culpados outros, por terem antecipado a tomada de posse para único aproveitamento próprio de um Diploma que irá ser brevemente substituído por outro que o contradiz. Quem paga? Todos nós, como sempre, aqueles que não têm regalias e privilégios e se falham nas suas responsabilidades vão para a rua. Mas já ninguém tem vergonha?
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