26 de julho de 2005

A fragilidade da vida. A manutenção suave de uma respiração. A força do corpo jovem, faz-nos esquecer que tudo pode acabar numa fracção de segundos. Esquecemo-nos que a vida continua a ser mais frágil que a morte. A tragédia de uma morte está no seu tempo, ou num tempo que não devia. Num tempo sem sentido, numa morte que ainda não devia.

Até sempre
NM

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