No último fim de semana celebrou-se a abertura da época balnear, em Fronteira, com um bonito fogo de artifício. É assim mesmo! Não importa que estejamos com temperaturas altas, com risco de incêndio elevado; não importa também que depois, ninguém mergulhe nas águas da Ribeira Grande, já que duvida da suas qualidade e com razão; não importa, também, quanto aquilo custou. Não condeno que se faça festas. O que me causa “espécie” é na fórmula pouco sustentada como se gere um município. Já alguém, com responsabilidade na matéria, pensou como melhorar as vidas dos seus munícipes, sem ser em projectos isolados e sem articulação entre eles?
“Foi bonito o fogo! Olhe são 5 minis.”
Desculpem estou com pouco tempo, hoje fica só o desabafo. Prometo continuar o assunto.
Jano
23 de junho de 2005
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1 comentário:
realmente um fogo de artificio por ano parece ser o suficiente para calar as pessoas, e torna-las muito mais felizes, é tipo como dar um chupa a uma criança, ha é uma diferença, que é o preço de um chupa e o preço de um fogo de artificio, que serve para da entrada a uma época balnear! época essa com uma ribeira infelizmente nojenta, e uma piscina que me faz ferir o olho cada vez que alí passo, não sei quem teria sido o arquitecto que teve uma ideia daquelas, mas concerteza ele próprio deve saber a "porcaria" que fez, ou então deve ter vindo de outro mundo....Há com cada uma que parecem duas....
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